A casa das épocas passadas
Eu bati na porta das épocas passadas, ninguém respondeu. Eu bati uma segunda vez e então outra e outra. Nenhuma resposta.
A casa das épocas passadas é coberta pela metade com as videiras a outra metade é coberta com as cinzas.
A casa onde ninguém morre e eu batendo e chamando.
Apenas para a dor da chamada e que não está sendo ouvida. Apenas somente para manter a bater. O eco traz de volta minha ansiedade de abrir estas etapas congeladas.
A noite e o dia misturam junto na espera na batida e na batida.
O passado das épocas certamente não existe. E o edifício vazio foi condenado.